| There are no translations available. O uso de recursos Smart Grid só se tornará viável nas redes de distribuição do Brasil se forem concedidos subsídios para concessionárias e também para consumidores , avalia Newton Duarte, diretor de GTD da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). Essa foi a saída adotada por governos europeus, segundo o executivo, para melhorar a qualidade e a eficiência dos serviços de eletricidade e ao mesmo tempo compensar companhias e clientes pelos investimentos necessários. A Cemig é uma das empresas interessadas em Smart Grid, e seus executivos estiveram recentemente conhecendo projetos desenvolvidos em redes na Alemanha e na Suíça. A tecnologia foi apontada por vários especialistas como um dos elementos que poderiam ter atenuado os efeitos e a extensão do apagão ocorridos no último novembro. A incorporação de dispositivos e aplicativos que dão “inteligência” às redes de distribuição e transmissão implicam na instalação de baterias alimentadas por pequenos geradores ou células fotovoltáicas nas residências dos clientes, tornando-os vendedores de energia. Carros elétricos também podem ser conectados para fornecerem em horário de pico. Os subsídios, segundo Duarte, seriam utilizados, de um lado, para equilibrar a receita das distribuidoras por perdas no faturamento e, de outro, para reembolsar consumidores por parte dos desembolsos na aquisição de equipamentos. Fonte: energia hoje - Antonio Carlos Sil |
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Viernes 04 de Diciembre de 2009 21:29
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